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Edição 03
Julho/2021

Rentabilidade Atualizada e Desempenho dos Investimentos no 1º Semestre

A rentabilidade do seu Perfil de Investimento referente ao mês de junho/2021 já está disponível na Lâmina dos Perfis de Investimentos, nos Principais Indicadores , na sua Área Restrita  e no App .


Desempenho dos Investimentos no 1º Semestre

Todos os Perfis de Investimento administrados pela Vexty tiveram resultados positivos no acumulado do 1º semestre deste ano, assim como no período de 12 meses (entre jul/20 e jun/21).

*A rentabilidade líquida dos Perfis considera dedução das despesas de custeio e o resultado dos empréstimos dos participantes.

No primeiro semestre de 2021, as rentabilidades líquidas obtidas pelos Perfis com Data-Alvo repercutiram especialmente o desempenho positivo da Classe de Ativos Renda Variável, que valorizou 7,2%. A classe superou inclusive seu benchmark (o Ibovespa), que subiu 6,5% no período.

Vale lembrar que a parcela do patrimônio alocada na classe Renda Variável cresce gradualmente a partir do Perfil 2025, mas não compõe a carteira do Perfil Curto Prazo, que tem como objetivos preservar o patrimônio e ter baixa volatilidade. Esse Perfil (curto prazo) apresentou resultado superior ao seu benchmark (CDI) tanto no primeiro semestre de 2021, como no acumulado 12 meses.

As estratégias de investimento adotadas pela Vexty para as demais Classes de Ativos também apresentaram resultados superiores aos seus indicadores de referência (benchmarks), entre janeiro e junho deste ano.

* Os benchmarks são: CDI (RFCP), Barclays Gbl Agg (RFGH) sendo o CDI até dez/20, IMA-B 5+ (Inflação) sendo o IMA-B até dez/20, IFMM-A (Multimercado) sendo o CDI até dez/20, Ibovespa (RV), Dólar (Global) sendo o MSCI World até dez/20, IMA-B (Yield) e Ibovespa (Growth). Para maiores detalhes sobre os indicadores, vide nota ao final deste informe

** Valores referentes ao ano de 2021, pois essas classes (Ilíquidos Growth e Ilíquidos Yield) estão ativas desde jan/21

Apenas a classe Inflação desvalorizou no primeiro semestre de 2021 (-1,2%), explicada principalmente pela “reprecificação”, por meio da marcação a mercado, dos títulos atrelados à inflação, em razão da subida da curva de juros do mercado, que gerou uma redução (momentânea) nos retornos desses ativos. Entretanto, o desempenho desta classe também foi superior ao benchmark (IMA-B 5+) no período.

Caso queira aprofundar mais sobre os efeitos dos juros de mercado e outras características da Classe de Ativos Inflação, recomendamos a leitura desta matéria.  

Cenário de mercado

No Brasil, o avanço da vacinação e o recuo dos números da pandemia da Covid-19 ao longo do 1º semestre de 2021 fortaleceram as expectativas de retomada consistente da atividade econômica, deixando os temores com uma crise fiscal em segundo plano, o que trouxe um certo alento para os investidores. Depois do PIB do 1º trimestre de 2021 ter vindo acima das projeções do mercado, apresentando crescimento de 1,2% frente ao último trimestre de 2020 e de 1% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, as estimativas para 2021 continuaram sendo revisadas. Conforme último Relatório Focus do Banco Central de 16/07/21, a média das projeções do PIB 2021 já está em 5,3%; no início ano as estimativas estavam em 3,4%. Essa melhora ao longo do 1º semestre colaborou com o comportamento do Ibovespa, que após atingir a máxima histórica de 131.190 pontos no início de jun/21, com valorização superior a 10% no acumulado do ano, fechou o semestre com alta de 6,5%, aos 126.802 pontos.

Por outro lado, o aparecimento de variantes do Covid-19, a turbulência no ambiente político doméstico e o encaminhamento pelo Governo ao Congresso da proposta de reforma tributária, com possíveis impactos negativos sobre determinados tipos de investimentos, trouxeram algumas preocupações para o mercado. Pesou também a continua revisão (para cima) das expectativas para a Taxa Selic do final deste ano, principalmente em razão da manifesta pressão inflacionária. As projeções para a Selic no final de 2021 iniciaram o ano em 3%, subiram para 5% em meados do semestre e hoje estão em 6,75% a.a., conforme o último Relatório Focus do BC. Esse mesmo comportamento crescente ocorreu com a expectativa para o IPCA de 2021, que atualmente estão em 6,3%, contra 3,3% no início do ano.

No cenário global, segue a retomada das principais economias observada desde o início deste ano, a reboque dos pacotes trilionários de estímulos fiscais e monetários, do crescente relaxamento das restrições de circulação e do avanço no controle da pandemia. Segundo previsões do FMI (base abr/21), o PIB das economias desenvolvidas (Área do Euro, UK, EUA e Japão) deve crescer 5,1% neste ano e 3,6% em 2022, sendo que para a China, as projeções apontam para 8,4% e 5,6%, respectivamente. Esse crescimento tem pressionado (para cima) os preços das commodities e impactado positivamente o preço da ação de algumas empresas brasileiras, porém, representa mais um indutor para o aumento da inflação mundial. No caso dos EUA, se por um lado temos um robusto crescimento da atividade econômica e uma recuperação do mercado de trabalho em 2021, por outro seguem as preocupações com o aumento da inflação norte-americana, levando cada vez mais o mercado a acreditar em elevação dos juros pelo FED (Banco Central dos EUA), possivelmente a partir de meados de 2022. Por enquanto, o discurso do FED tem sido que o aumento dos preços é pontual; entretanto, é possível observamos um aumento dos juros de mercado, medido pelo rendimento dos títulos de 10 anos do Tesouro Americano, que começou o ano abaixo do 1% a.a. e está atualmente próximo ao 1,5% a.a., após ter atingido 1,7% no decorrer do 1º semestre. 

Os agentes de mercado esperam que as principais variáveis que devem afetar o comportamento dos preços e dos juros nos próximos meses serão essas descritas acima e que já foram os destaques no 1º semestre deste ano.

O modelo de Perfis de Investimento da Vexty

O modelo de Perfis de Investimento (Target Date Funds) adotado pela Vexty tem se mostrado resiliente e consistente com seu objetivo: preservar o patrimônio no Perfil Curto Prazo e permitir maiores oscilações (volatilidade) nos Perfis com Data-Alvo, porém com maior expectativa de rentabilidade no longo prazo, respeitando os limites de riscos de cada Classe de Ativo. Esse desempenho foi apresentado em momentos de maior volatilidade, como em 2020 e no primeiro trimestre de 2021, mas também em um ambiente mais positivo, como o observado no segundo trimestre deste ano.

Caso queira entender um pouco mais sobre o nosso modelo de Perfis de Investimento, recomendamos a leitura desta matéria.

Aproveitamos para lembrá-los da Lâmina dos Perfis de Investimento, disponível no Website da Vexty. Esse instrumento permite avaliar o desempenho do seu Perfil de Investimento em diversos períodos.

Continuem acompanhando os resultados dos Perfis de Investimento e, caso tenham dúvidas, estamos à disposição por meio dos nossos canais de atendimento.

Indicadores:

– CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é a taxa de juros de referência para operações financeiras (principalmente de curto prazo).

Barclays Gbl Agg é um indicador apurado pela Bloomberg, que mede o comportamento dos preços de títulos de dívida com grau de investimento em 24 moedas.

– IMA-B 5+ é um índice apurado pela Anbima, que reflete o desempenho dos Títulos Públicos atrelados ao IPCA com prazo de vencimento superior a 5 anos.

– IFMM-A é um índice apurado pelo banco BTG, que mede o comportamento dos Fundos de Investimentos de Multimercado no Brasil.

– IBOV (Ibovespa) é o índice que mede o desempenho das ações de empresas com grande volume de negociação na B3, a Bolsa de Valores oficial do Brasil.

– IMA-B é um índice apurado pela Anbima, que reflete o desempenho dos Títulos Públicos atrelados ao IPCA, independentemente do prazo de vencimento.


Estar sempre atualizado(a) sobre o desempenho dos seus investimentos. Vexty. Com certeza.